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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Prefeitura desmente postagem de Garotinho sobre fim da Passagem Social

A Prefeitura de Campos enviou ao Site Ururau na manhã desta quinta-feira (12/01) uma nota onde desmente as informações divulgadas pelo blog do ex-governador Anthony Garotinho (PR) sobre o fim do programa Campos Cidadão, que concede a passagem de ônibus a R$ 1 no município. Segundo a nota, "não há intenção ou qualquer possibilidade de interromper o programa de passagem a R$ 1".
Na postagem, feita na tarde desta quarta-feira (11/01), Garotinho afirma que o prefeito Rafael Diniz (PPS) se reuniu com um grupo de rodoviários e "para surpresa dos rodoviários, depois de dizer que não iria atender a ninguém, a muito custo o prefeito resolveu atender a comissão para dar uma péssima notícia: não pretende continuar com a passagem social".
Como as informações publicadas pelo blog do ex-governador rapidamente se espalharam pelas redes sociais, o Site Ururau pediu uma resposta para a Prefeitura, que informou "que são falsas as notícias sobre um possível cancelamento da Passagem Social. O prefeito Rafael Diniz não foi procurado por qualquer grupo para discutir este assunto, assim como também não conversou com ninguém a respeito disso".
Ainda de acordo com a nota, "a prefeitura realiza um estudo financeiro e se planeja para arcar com os repasses das empresas como também busca um levantamento de dados junto ao sindicato para avaliar a situação e tentar colocar todos os salários dos rodoviários em dia.
É importante ressaltar que o diálogo está sendo mantido diariamente entre a secretaria de Governo, o Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) e sindicato dos Trabalhadores, assim como com representantes de todos os consórcios. A prefeitura tem interesse em aproximar o diálogo com todos os rodoviários, tanto que já houve um pedido da secretaria de Governo para que seja realizada uma assembleia com os rodoviários para esclarecer todas as dúvidas da categoria"
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Tarifas de ônibus intermunicipais no Rio ficam mais caras a partir de sábado

O Detro (Departamento de Transportes Rodoviários) autorizou reajuste de 6,99% na tarifa das linhas rodoviárias intermunicipais do Rio de Janeiro. Os novos valores das passagens entram em vigor a partir de sábado (14).
Segundo o órgão estadual, o aumento é resultante da correção pela variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses. Além disso, foi acrescido uma base de 27 centavos, referente às gratuidades.
"O aviso sobre o valor das novas tarifas deverá ser afixado hoje pelas empresas, nos ônibus, guichês e pontos de vendas de passagens", informou o Detro.
A tabela atualizada com todas as tarifas das linhas intermunicipais está disponível para consulta no site do Detro. Os valores dependem de cada itinerário e das características do serviço oferecido.
Uma viagem da capital fluminense para Nova Friburgo, na região serrana, por exemplo, custará a partir de R$ 41,35 em uma das empresas mais conhecidas de transporte rodoviário -- antes a passagem saia por R$ 38,50. Já o itinerário do Rio a Cabo Frio, um dos destinos mais requisitados durante o verão, que custava R$ 44, poderá sair a partir de R$ 47,30. Veja todas as tarifas.
Fonte: UOL

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Após polêmica, lei que proíbe Uber em Campos é sancionada

Depois de causar polêmica em diversas cidades, o Uber chegou em Campos. Na Planície Goitacá, não foi diferente. O aplicativo também gerou confusão e deixou taxistas irritados. Alguns deles foram até a Câmara de Vereadores da cidade e realizaram um protesto para que a circulação de veículos com esse tipo de transporte fosse proibida. A lei que impede esse sistema foi aprovada no último dia 14, e sancionada pelo prefeito Rafael Diniz, nesta quinta-feira (5).
Não foi só na Câmara que houveram manifestações contra o Uber. Nas redes sociais, vários usuários se posicionaram realizando críticas. Mas muitos internautas tiveram opiniões contrárias e defenderam o aplicativo, acreditando que os motoristas são mais preparados para atender o cliente e que os carros são mais conservados do que os táxis.
O projeto de lei que proíbe o uso desse aplicativo foi criado pelo vereador José Carlos Monteiro (PSDC). Ele acredita que a disputa entre os taxistas e motoristas de Uber é desleal para os que dirigem táxis e que eles também acabam saindo prejudicados.
“Nem tudo o que é novo é bom. Tem o novo que é construtivo, mas têm outros que não são. Acredito que qualquer tipo de serviço para ser prestado à comunidade tem que estar inserido na legislação municipal. Peço aos nobres colegas que sejam solidários ao projeto que proíbe a inserção deste modal de transporte representado pelo Uber em nossa cidade até que ele seja regularizado”, disse o autor do projeto de lei.

2017: o que esperar dos transportes públicos?

Algumas medidas, como o incentivo à renovação da frota, são positivas. No entanto, mobilidade ainda continua com insegurança em relação à qualidade e investimentos. Passageiro ainda se sente vítima de descaso.

Sempre quando o ano acaba e o outro se inicia, há o nascimento de esperanças em relação à vida pessoal, à família, à comunidade, ao país e à toda humanidade. No setor de mobilidade urbana, que todos os dias está presente na vida de milhões de pessoas em todo o mundo, não é diferente. No caso específico do Brasil, todos os envolvidos no setor, desde empresários, fornecedores, fabricantes e, principalmente, os passageiros, devem estar atentos às discussões, medidas, promessas, e, por que não dizer, às estagnações que a mobilidade pode continuar sofrendo.
Como aspecto positivo está o Refrota 2017. É um programa de financiamento de ônibus urbanos novos, com recursos do FGTS, que deixará à disposição dos operadores R$ 3 bilhões para compra de ônibus zero quilômetro. Qualificar a frota é importante para o bem-estar das pessoas, para a eficiência dos serviços e para o meio ambiente. Ônibus novos poluem menos, embora há poucas iniciativas públicas para incentivar a tração limpa.
Mas só frota não basta. É necessário ter políticas públicas que de fato incentivem os investimentos em mobilidade urbana. Desonerações do setor são importantes para que se faça justiça. Não é simplesmente para reduzir tarifas ou para aumentar a margem de lucro dos empresários de ônibus, e sim para que haja um equilíbrio social tributário. Hoje, o passageiro de ônibus, de forma embutida na tarifa, paga proporcionalmente mais impostos, por exemplo, do que um passageiro de avião ou quem faz uma compra de produtos até de alto valor numa loja de luxo. Isso tem de ser corrigido, e existem poucas ações nesse sentido.
Os financiamentos de gratuidades também têm sido muito superficialmente debatidos. Na proposta que quer ampliar até 2019 o prazo para que as cidades com 20 mil habitantes ou mais elaborem seus planos de mobilidade urbana (esse prazo acabou em abril de 2015), há uma emenda nesse sentido. No entanto, é preciso saber qual será o ritmo dos trabalhos no Congresso Nacional, muitas vezes focado mais em discussões envolvendo quedas de braços pela disputa de poder do que para o bem-estar da população em geral.
Nos aspectos regionais, também há muita coisa a ser feita, e há muitas indefinições. Todos os estados, Distrito Federal e municípios brasileiros encontram-se em situação financeira complicada. Alguns mais e outros menos, porém a situação não é nada fácil. Isso interfere diretamente no nível de investimentos, e também na questão da tarifa.
Em Curitiba, por exemplo, o prefeito Rafael Greca anunciou que deve haver aumento de tarifa, e também, junto com governador do Paraná, Beto Richa, disse que haverá reintegração do sistema metropolitano com o municipal da capital paranaense. Esse processo, no entanto, deve ser feito com muita cautela e observância de todos os agentes envolvidos no setor, para que novamente decisões políticas não sobreponham-se às áreas técnicas e ao interesse da população.
A desintegração foi uma medida política, e os problemas em relação aos custos do sistema já tinham sido alertados pelas empresas operadoras pelo menos dez anos antes. Na época da desintegração, a Urbs – Urbanização de Curitiba S.A., responsável pela gestão do sistema da capital, disse que o peso nos custos era das linhas metropolitanas. No entanto, um estudo da Fipe – Fundação Instituto Pesquisas Econômicas da USP comprovou o contrário. As linhas metropolitanas como um todo traziam receitas ao sistema, mas o que falou mais alto até então? O prefeito Gustavo Fruet e o governador Beto Richa eram rivais políticos, então, após farpas, houve desintegração.
Em São Paulo, a capital paulista tem grandes desafios, além do trânsito e da falta de corredores de ônibus e expansão do metrô. Sobrou para a nova gestão terminar o bilionário processo de licitação dos transportes (R$ 166,1 bilhões em 20 anos de contrato), que deveria ter ocorrido em 2013. É a esperança para uma mudança mais estrutural no sistema. Além disso, o prefeito João Doria prometeu congelamento da tarifa de ônibus, sem, no entanto, deixar claras as fontes e recursos para isso.
Os números são contraditórios. Antes de assumir, Doria disse que o congelamento aumentaria em R$ 550 milhões os custos nos subsídios. A Câmara Municipal apresentou um estudo que mostra a necessidade de R$ 769 milhões. Os técnicos da gestão anterior que elaboraram uma peça orçamentária para 2017 mostraram a necessidade de mais um R$ 1,25 bilhão. O orçamento é de R$ 1,75 bilhão para subsídios, valor que já contaria com o aumento da passagem.
Para não ficar feio diante da promessa de seu afilhado político, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, decidiu fazer uma alquimia nas tarifas do Metrô e da CPTM. Ele estipulou, então, o congelamento das tarifas básicas em R$ 3,80. No entanto, a integração com os ônibus municipais subiu mais de duas vezes do que a inflação acumulada do período, e as tarifas dos bilhetes únicos temporais de 30% a 50%.
É fato que essas modalidades não tinham reajuste há mais de três anos, só que, nesse período, a inflação não foi de 30% a 50%. Portanto, cria-se um precedente perigoso de prática tarifária, pela qual os passageiros pagantes subsidiam outros passageiros pagantes. Já vivemos o erro de o passageiro pagante subsidiar sozinho o passageiro gratuito na maior parte dos sistemas. Agora mais essa, é uma incerteza.
Ainda em São Paulo, há dúvidas sobre a licitação das linhas metropolitanas de responsabilidade da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, principalmente na vasta região do ABC Paulista, onde o processo se arrasta sem nenhuma definição desde 2006 por contestações dos empresários.
No Rio de Janeiro, a situação também não é das mais certas. O secretário municipal de Transportes, Fernando Mac Dowell, e o prefeito Marcelo Crivella influenciaram na decisão do prefeito Eduardo Paes, que deixou o cargo em 31 de dezembro, para não aumentar as tarifas de ônibus em 01 de janeiro, o que gerou insatisfação por parte das empresas operadoras, as quais dizem que haverá um desequilíbrio no sistema. Crivella também decretou a suspensão do processo de racionalização das linhas de ônibus, reduções de trajetos inclusive que geraram reclamações, e quer incluir o metrô no Bilhete Único Carioca, voltado para os ônibus. Todas as propostas também devem ser analisadas.
A falta de comunicação das empresas de ônibus e do poder público para com usuário também indica que o ano de 2017 ainda não trouxe uma evolução de paradigmas no setor. A maior parte dos passageiros, chamados nas ações de marketing pelas empresas de clientes, foi pega desprevenida, havendo até mesmo desrespeito, já que alguns aumentos ocorreram um dia depois da decretação nos respectivos diários oficiais. Foi o que ocorreu em Guarulhos, na grande São Paulo, a segunda maior cidade do Estado. A pressa para aumentar a tarifa foi tão grande que acabou revertendo a situação contra as próprias empresas de ônibus que se beneficiariam desses aumentos.
A tarifa básica subiria 18,4% em 11 meses, indo de R$ 3,80 para R$ 4,50, e, com Cartão Cidadão, o valor iria para R$ 4,20. O IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial, registrou índice de 6,98%. Não houve comunicação de qualidade, e no prazo correto para o passageiro (cliente) se programar. O resultado? Uma ação popular aceita pela Justiça suspendeu o aumento da tarifa por cinco dias, depois em uma nova decisão, a Justiça suspendeu o aumento por tempo indeterminado, e o prefeito Gustavo Henric Costa, Guti, anunciou a suspensão do decreto assinado até que ele tenha acesso às planilhas do sistema.
Em Mauá, na grande São Paulo, a história é parecida à de Guarulhos. O aumento foi feito no apagar das luzes da administração de um partido que não conseguiu permanecer no comando da cidade. Houve ação popular, que resultou na postergação do reajuste. Na cidade do ABC Paulista, também é polêmico o decreto do prefeito derrotado nas urnas, Donisete Braga, que determinou a tarifa do vale-transporte em R$ 5, enquanto a tarifa básica será de R$ 4,20. A mesma decisão foi tomada pelo colega também derrotado nas urnas da vizinha Santo André.
Claro que, no fundo, ninguém quer aumento da tarifa de ônibus, mas também ninguém pode ser contra, afinal, as empresas têm sua elevação dos custos e precisam ter uma segurança política jurídica e econômica. O que se pede são aumentos justos e o mínimo de consideração ao cliente/passageiro, que é o que mantém de fato o sistema. Pelo menos, avisar com certa antecedência suficiente para que esse cliente se prepare e não seja passageiro – passe do transporte público para o individual.
Esse equívoco de trato para com o passageiro não ocorreu somente em Guarulhos e em Mauá. É que nessas cidades houve contestações judiciais, e os casos ganharam destaque na imprensa independente. O que se espera para 2017 é o melhor, claro, mas todos precisam fazer suas respectivas partes. Não adianta ficar um responsabilizando o outro pela postura política em torno dos serviços e decisões. A torcida é para que a menos 2017 não seja uma nova versão de 2016.
Fonte: Ônibus Brasil

domingo, 24 de julho de 2016

Caio Induscar produz carrocerias em Inox para o Chile










A Caio Induscar está fornecendo carrocerias do ônibus urbano Apache Vip para o cliente Link Service da cidade de Rancagua, localizada na região central do Chile. Os veículos, já em uso, estão transportando funcionários de empresa de extração de cobre.

O Apache Vip foi o modelo escolhido por agregar robustez, facilidade de manutenção e durabilidade, itens conhecidos pelo cliente que já possui outros veículos da marca Caio.

Geralmente as zonas de mineração são áreas que possuem muita poeira e resíduos altamente corrosivos, por isso os Apache Vip receberam cuidados diferenciados na fabricação, como estrutura e revestimentos em aço inox, vedação especial e proteção anticorrosiva em vários itens da carroceria.


Produzir veículos que atendam às necessidades específicas dos clientes, faz parte da missão da Caio Induscar. É uma satisfação ter a preferência dos clientes do mercado externo.


Fonte: CAIO Induscar

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Ônibus da empresa Rogil, tomba em Lagoa de Cima

Daniela Abreu
Fotos: Rodrigo Silveira

Um ônibus da empresa Rogil que faz a linha Imbé-Rodoviária com cerca de 30 passageiros tombou na região de Cajueiro, em Lagoa de Cima. Três passageiros — o cobrador e duas mulheres — foram encaminhados para o Hospital Ferreira Machado pelos Bombeiros, mas ainda não informações sobre o estado de saúde dos mesmos. Outras vítimas foram de carona até o hospital. O acidente ocorreu por volta das 15h30 desta segunda-feira (27).
Dois passageiros informaram quem não houve nenhum outro veículo envolvido no incidente e que não chovia no momento da queda. Representantes da empresa estão no local para prestar assistência às vítimas e aguardando a perícia.






Fonte: Folha da Manhã

domingo, 26 de junho de 2016

Marcopolo Viale BRT - São João

Depois de um longo tempo sem postar...
Mais uma montagem! rsrsrs



quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Comil encerra produção e demite funcionários na fábrica de Lorena, SP

Fabricante de ônibus atribui fechamento da unidade à crise econômica.
Empresa vai manter atividades na planta de Erechim (RS).


Do G1 Vale do Paraíba e Região
Unidade da Comil construída no município de Lorena, interior de São Paulo, fabricará ônibus urbanos. (Foto: André Bias/TV Vanguarda)
Comil encerra produção em Lorena (Foto:
André Bias/TV Vanguarda)
A fabricante de ônibus Comil, fabricante de ônibus em Lorena (SP), encerrou a produção nesta quinta-feira (28) e demitiu os trabalhadores. Segundo a empresa, a decisão é resultado da crise econômica que atinge o país.
De acordo com a empresa, todos os direitos trabalhistas dos dispensados serão quitados. A estimativa é que o corte tenha afetado 200 trabalhadores.
Parcela  dos funcionários serão mantidos para realizar as atividades de transição e conservação do patrimônio - o número também não foi informado.
Por meio de sua página em uma rede social, a Prefeitura de Lorena informou que todos os incentivos fiscais permitidos por lei foram aplicados, assim como todas as medidas que poderiam ser adotadas pela prefeitura, para auxiliar a empresa e evitar que se chegasse ao extremo do fechamento.
Em seu comunicado, a companhia disse que manterá suas atividades na planta de Erechim (RS), que atualmente conta com capacidade de produção de 4 mil ônibus por ano. A empresa funcionava em Lorena há dois anos.
O Sindicato dos Metalurgicos de Lorena, que representa a categoria, foi procurado pelo G1, mas não comentou o assunto até a publicação desta reportagem.
Fonte: G1

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Mulher fica ferida em acidente entre ônibus e caminhão no bairro Caju

POR POUCO O CAMINHÃO NÃO INVADIU UMA CONCESSIONÁRIA DE CARROS

Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas   e Divulgação
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Um acidente envolvendo um ônibus e um caminhão na manhã desta quinta-feira (21) deixou uma mulher ferida. A colisão ocorreu no cruzamento das ruas São Bartolomeu e Rocha Leão, no bairro Caju, em Campos.
O caminhão que estava carregado com tijolos tombou o semáforo. Com o impacto da batida, o caminhão subiu na calçada de uma concessionária de carros e por pouco não invadiu o estabelecimento.
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A vítima, que estava no ônibus, foi socorrida e levada para o Hospital Ferreira Machado (HFM).
Uma equipe da Autopista e da Guarda Civil Municipal estiveram no local para orientar no trânsito.
As causas do acidente não foram divulgadas.
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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Sem salários e 13º rodoviários param atividades às 0h do dia 31

Nesta terça houve paralisação dos trabalhos por duas horas

Foto: Vagner Basilio


Ainda sem receber os salários de novembro e com apenas metade do 13º na conta, os funcionários do transporte rodoviário de Campos fizeram uma paralização de duas horas na manhã desta terça-feira (29/12), na Rodoviária Roberto Silveira. A ação foi um manifesto aos atrasos e alerta à greve geral da categoria, marcada para as 0h do dia 31 e decidida em assembleia na noite desta segunda-feira (28/12).
Segundo um funcionário, os empresários alegam que a prefeitura está em débito com o repasse do subsídio da passagem de R$ 1. A prefeitura por sua vez alega que está em dia com empresários e, segundo os funcionários, alega ainda que os últimos repasses dependeriam da apresentação de documentos por parte dos funcionários.

Fonte: Ururau